Quem trabalha com montagem de óculos precisa conciliar precisão, acabamento e produtividade. Nesse processo, a facetadora de lentes ocupa uma posição central, já que prepara a lente para que ela se encaixe corretamente na armação escolhida pelo cliente.
No entanto, nem toda operação possui as mesmas necessidades. Enquanto uma óptica que começa a realizar suas próprias montagens pode buscar uma solução mais simples, um laboratório com grande volume de produção precisa de mais automação, conectividade e controle.
Por isso, antes de escolher uma facetadora de lentes automática ou computadorizada, é importante avaliar o volume de montagens, os tipos de serviço realizados e o nível de tecnologia que a operação exige.
Neste guia, você vai entender para que serve uma facetadora de lentes, como esse equipamento funciona e quais modelos podem atender operações de pequeno, médio e grande porte.
O que é uma facetadora de lentes?
A facetadora de lentes oftálmicas corta e realiza o acabamento das lentes de acordo com o formato da armação.
Em geral, a lente chega ao laboratório com dimensões maiores do que o formato final dos óculos. Assim, durante a montagem, a facetadora remove o excesso de material e ajusta as bordas até alcançar as dimensões necessárias.
Além disso, dependendo do modelo, o equipamento pode executar diferentes processos, como:
- desbaste da lente;
- acabamento das bordas;
- criação e posicionamento do bisel;
- polimento;
- friso para armações com fio de nylon;
- quebra-canto;
- alteração do formato da lente;
- furação para determinados tipos de montagem.
Portanto, a facetadora não apenas corta uma lente. Na prática, ela influencia diretamente a qualidade da montagem, a produtividade do laboratório e a padronização dos trabalhos.
Ao internalizar esse processo, a óptica também pode ganhar mais controle sobre seus prazos. Além disso, dependendo da estrutura disponível, pode reduzir a dependência de montagens externas e oferecer entregas mais ágeis aos clientes.
Como funciona o processo de facetamento de lentes?
Antes do corte, o operador precisa identificar o formato correto da armação e posicionar a lente de acordo com as medidas necessárias.
Em sistemas mais simples, algumas dessas etapas dependem diretamente da atuação do operador. Já nas facetadoras computadorizadas, recursos digitais auxiliam a leitura do formato, a centralização e o posicionamento da lente.
Depois disso, a facetadora executa o corte e o acabamento conforme a programação escolhida.
Por fim, o operador verifica o encaixe da lente e realiza eventuais ajustes antes da montagem definitiva.
Assim, quanto maior o nível de automação, maior tende a ser a capacidade de repetir o processo com padronização, especialmente em operações que realizam várias montagens ao longo do dia.
Facetadora automática ou computadorizada: qual é a diferença?
Embora os dois equipamentos tenham como objetivo preparar a lente para a armação, eles oferecem níveis diferentes de automação.
Facetadoras automáticas
As facetadoras automáticas realizam automaticamente grande parte do processo de corte e acabamento. No entanto, o operador ainda participa de determinadas etapas, como centralização, leitura do formato ou ajuste do bisel, dependendo do equipamento.
Por isso, esses modelos costumam atender bem ópticas que desejam começar a realizar montagens internamente ou operações com pequeno e médio volume de produção.
Nesse grupo, encontramos modelos como a Started AM-233N e a Thea AM-295.
Facetadoras computadorizadas
Já as facetadoras computadorizadas incorporam recursos digitais para aumentar o controle sobre diferentes etapas da montagem.
Por exemplo, esses equipamentos podem utilizar sistemas de traçagem, blocagem digital, visualização do formato da lente e ajustes programáveis.
Consequentemente, o laboratório consegue aumentar a padronização e reduzir a necessidade de intervenções manuais.
Além disso, esses recursos ganham ainda mais importância conforme aumenta o volume ou a complexidade dos serviços.
Entre os modelos computadorizados estão a Orion AM-350, Briot Perception 2 AM-400D, Takubo Element Neo Connect AM-100 e Briot Evolution AM-400E.
Qual facetadora escolher para sua óptica ou laboratório?
Não existe uma única facetadora ideal para todas as empresas.
Antes de tudo, a escolha precisa considerar três pontos principais:
volume de produção, complexidade das montagens e nível de automação desejado.
Uma pequena óptica que está começando a montar internamente possui necessidades diferentes de um laboratório que recebe serviços de várias lojas.
Da mesma forma, um laboratório que realiza trabalhos simples pode não precisar dos mesmos recursos de uma operação que trabalha com montagens furadas, nylon, lentes progressivas ou formatos mais complexos.
A seguir, veja onde cada modelo pode se encaixar.
Started AM-233N: uma opção para começar a montagem interna
A Facetadora Automática Started AM-233N oferece uma alternativa de entrada para ópticas que desejam iniciar sua própria operação de montagem.
O equipamento trabalha a partir da lente de apresentação ou de um gabarito. Além disso, processa diferentes materiais, como lentes minerais, CR39, Trivex, orgânicas e policarbonato.
Seu sistema utiliza tracionamento por eixos de aço, enquanto o operador conduz manualmente o posicionamento do bisel.
A Started também acompanha centrador, furadeira e sistema de bombeamento e filtro. Dessa forma, a óptica reúne diferentes etapas necessárias ao processo de montagem em uma mesma solução.
Para quem a Started faz mais sentido?
A Started atende especialmente:
- ópticas que ainda terceirizam a maioria das montagens;
- negócios com baixo volume inicial de produção;
- empresas que querem começar a internalizar a montagem;
- operações que desejam maior participação do operador no processo;
- negócios que ainda não precisam de um sistema computadorizado.
Portanto, a Started pode representar o primeiro passo para uma óptica que deseja assumir maior controle sobre sua própria montagem.
Thea AM-295: mais produtividade para pequenas e médias operações
Conforme o volume aumenta, a óptica também precisa aumentar a produtividade.
Nesse cenário, a Facetadora Automática Thea AM-295 representa uma evolução em relação a uma operação de entrada.
O equipamento realiza desbaste, acabamento, faceta e polimento das bordas. Além disso, trabalha com lentes minerais, CR39, Trivex, orgânicas e policarbonato.
Sua estrutura conta com cinco motores de alta precisão. Como resultado, a Thea consegue automatizar mais etapas do processo e tornar a rotina de montagem mais produtiva.
Outro recurso importante é o repasse de corte. Quando o operador precisa realizar um pequeno ajuste e ainda há material disponível, ele pode executar um novo corte.
Além disso, o conjunto inclui centrador, furadeira Three-Drill, pantógrafo copiador e sistema de bombeamento e decantação.
Para quem a Thea é indicada?
A Thea pode atender principalmente:
- ópticas com volume recorrente de montagens;
- operações de pequeno e médio porte;
- empresas que querem aumentar a produtividade;
- negócios que procuram mais automação sem migrar imediatamente para uma facetadora computadorizada;
- ópticas que querem diminuir o tempo entre a venda e a entrega dos óculos.
Assim, a Thea ocupa uma posição intermediária importante entre uma operação inicial e um laboratório que busca uma estrutura computadorizada.
Orion AM-350: o próximo passo para uma montagem computadorizada
Quando a operação cresce, a padronização passa a ganhar ainda mais importância.
Nesse contexto, a Facetadora Computadorizada Orion AM-350 oferece recursos digitais que ajudam a organizar e controlar melhor o processo de montagem.
Um dos principais diferenciais está na combinação entre Tracer e Blocador Digital.
O sistema realiza a cópia da lente por imagem. Além disso, o operador consegue visualizar digitalmente o formato em tamanho real durante a blocagem.
Dessa maneira, ele pode conferir o posicionamento antes do corte e realizar ajustes relacionados ao dimensionamento da lente e à posição da faceta.
A Orion também conta com quatro rebolos diamantados e rebolos de faceta duplos. Além disso, oferece modo guiado da faceta e ajustes programáveis.
Seus motores industriais também favorecem operações que precisam trabalhar de forma mais intensa ao longo do dia.
Para quem a Orion é indicada?
A Orion pode atender principalmente:
- laboratórios de pequeno e médio porte em crescimento;
- ópticas que querem migrar de uma facetadora automática para uma computadorizada;
- empresas que buscam maior padronização;
- operações que desejam reduzir retrabalhos;
- laboratórios com maior variedade de serviços;
- equipes que precisam facilitar a repetição dos processos entre diferentes operadores.
Portanto, a Orion representa uma alternativa interessante para empresas que desejam escalar a montagem por meio da digitalização do processo.
Briot Perception 2 AM-400D: mais recursos para trabalhos complexos
À medida que aumenta a diversidade de montagens, a produtividade deixa de ser o único critério de escolha.
O laboratório também precisa lidar com formatos diferentes, furações, ranhuras e acabamentos mais complexos.
É nesse cenário que a Briot Perception 2 AM-400D ganha destaque.
Sua tecnologia GraviTech® auxilia no posicionamento da lente pelo lado convexo e permite reproduzir o formato em proporção 1:1.
Além disso, o sistema de traçagem reconhece automaticamente os furos presentes na lente de demonstração. Consequentemente, o operador reduz a necessidade de programar essas informações manualmente.
A câmera óptica de alta definição também facilita a visualização do centro óptico. Ao mesmo tempo, o esferômetro integrado auxilia na análise da curvatura da lente.
Outro diferencial importante está na possibilidade de executar furações e ranhuras para diferentes tipos de montagem.
Para quem a Perception 2 é indicada?
A Perception 2 se destaca especialmente para:
- laboratórios que trabalham com montagens mais complexas;
- operações com grande variedade de armações;
- empresas que realizam montagens furadas;
- laboratórios que trabalham com armações de nylon;
- negócios que priorizam precisão na reprodução das formas;
- empresas que desejam ampliar o portfólio de serviços.
Assim, a Perception 2 não contribui apenas para produzir mais. Sobretudo, ela permite aumentar a variedade e a complexidade dos trabalhos que o laboratório consegue executar internamente.
Takubo Element Neo Connect AM-100: integração e produtividade para grandes volumes
Quando uma empresa aumenta significativamente sua produção, outro desafio aparece: organizar o fluxo de trabalho.
Nesse cenário, a Takubo Element Neo Connect AM-100 combina facetamento, digitalização e conectividade.
O conjunto trabalha com Tracer FD-80 e Blocador Digital.
O Tracer transmite os dados completos da armação para facetadoras ou computadores conectados à rede. Ao mesmo tempo, o blocador permite visualizar digitalmente o formato da lente em tamanho real antes da usinagem.
Dessa forma, o operador consegue conferir o trabalho e realizar ajustes antes de iniciar o corte.
A Element Neo Connect também oferece diferentes processos de acabamento, como:
- faceta;
- faceta plana;
- quebra-canto;
- friso de nylon;
- polimento.
Além disso, processa materiais como CR39, Hi-Index, vidro, policarbonato e Trivex.
O equipamento utiliza motores de robótica para controlar pressão, eixo e velocidade. Como resultado, consegue aumentar a precisão mesmo em uma rotina de produção mais intensa.
Entretanto, o principal diferencial para operações maiores está na conectividade.
O sistema de código de barras e comunicação entre equipamentos ajuda a estruturar um fluxo integrado de produção. Por isso, o modelo se torna especialmente relevante para empresas que centralizam a montagem em um laboratório e recebem serviços de diferentes pontos.
Para quem a Takubo Element Neo Connect é indicada?
A Takubo Element Neo Connect pode atender principalmente:
- laboratórios com alto volume de produção;
- redes de ópticas;
- empresas com diversas unidades;
- laboratórios centralizados que recebem serviços de outras lojas;
- operações que precisam organizar um grande fluxo de trabalhos;
- empresas que valorizam conectividade e padronização.
Nesse caso, portanto, a facetadora deixa de funcionar apenas como uma máquina de corte. Ela passa a integrar um fluxo digital de produção óptica.
Briot Evolution AM-400E: automação e precisão para operações avançadas
Já a Briot Evolution AM-400E atende operações que procuram combinar precisão, versatilidade e recursos avançados.
Assim como a Perception 2, a Evolution utiliza a tecnologia GraviTech® para auxiliar na reprodução e leitura das formas.
Além disso, sua câmera de alta definição melhora a visualização das marcações a laser presentes nas lentes. Esse recurso pode ajudar principalmente durante a centralização de lentes progressivas.
Outro diferencial está no esferômetro digital, que realiza medições das superfícies da lente.
A Evolution também utiliza a tecnologia TMS. Por meio de sensores e software, o sistema controla a pressão aplicada à lente durante o processo de corte.
Consequentemente, o equipamento consegue adaptar o processo às características do trabalho e aumentar o controle durante a usinagem.
Além disso, a Evolution oferece diferentes possibilidades de acabamento e furação.
O equipamento realiza furos, entalhes e furos oblongos. Também ajusta o ângulo de perfuração entre 0° e 30°, conforme a necessidade do trabalho.
Por fim, o modelo oferece diferentes opções de posicionamento e configuração do bisel e trabalha com materiais como CR39, policarbonato, Trivex, alto índice e mineral.
Para quem a Briot Evolution é indicada?
A Evolution se encaixa principalmente em:
- laboratórios profissionais de alta performance;
- operações com trabalhos mais complexos;
- empresas que recebem grande variedade de serviços;
- laboratórios que priorizam automação e precisão;
- negócios que trabalham com lentes progressivas e materiais especiais;
- operações que precisam realizar diferentes tipos de acabamento;
- empresas que querem elevar o nível tecnológico do laboratório.
Portanto, a Evolution atende especialmente quem procura versatilidade para executar trabalhos avançados com alto nível de controle sobre o processo.
Comparativo: qual facetadora atende melhor cada operação?
| Modelo | Categoria | Perfil de operação | Principal diferencial |
|---|---|---|---|
| Started AM-233N | Automática | Baixo volume / início da montagem | Solução de entrada para internalizar montagens |
| Thea AM-295 | Automática | Pequeno a médio volume | Mais automação e produtividade |
| Orion AM-350 | Computadorizada | Pequeno e médio porte em crescimento | Tracer e blocagem digital |
| Briot Perception 2 AM-400D | Computadorizada | Operações com trabalhos complexos | GraviTech®, furação e versatilidade |
| Takubo Element Neo Connect AM-100 | Computadorizada | Alto volume / redes e filiais | Integração, conectividade e fluxo produtivo |
| Briot Evolution AM-400E | Computadorizada | Operações avançadas | Automação, precisão e variedade de acabamentos |
No entanto, essa classificação funciona como uma referência e não como uma regra rígida.
Afinal, o número de trabalhos representa apenas um dos critérios de escolha. Além do volume, o laboratório precisa considerar os materiais processados, os tipos de armação e a complexidade das montagens.
Como escolher uma facetadora de lentes?
Antes de escolher um modelo, vale analisar a rotina atual do laboratório.
1. Qual é o volume de montagens?
Primeiramente, avalie quantos trabalhos a empresa realiza atualmente.
Uma operação que começa com poucas montagens por dia não possui as mesmas necessidades de um laboratório que recebe continuamente trabalhos de várias unidades.
Além disso, considere a tendência de crescimento do negócio.
Se o volume aumenta rapidamente, escolher um equipamento com capacidade para acompanhar essa evolução pode evitar uma substituição precoce.
2. Quais tipos de montagem fazem parte da rotina?
Em seguida, analise a complexidade dos trabalhos.
Montagens convencionais exigem recursos diferentes de armações furadas, nylon, lentes de alta curvatura ou serviços especiais.
Por isso, observar apenas a quantidade de lentes produzidas pode levar a uma escolha inadequada.
3. Quanto você pretende automatizar?
Outro ponto importante é o nível de intervenção que o operador terá durante o processo.
Em operações menores, uma solução automática pode atender perfeitamente à demanda.
Por outro lado, conforme a produção aumenta, recursos como traçagem digital, blocagem e ajustes computadorizados podem contribuir para a padronização.
4. Quantos operadores utilizam o equipamento?
Quanto maior a equipe, maior também tende a ser a importância da repetibilidade.
Afinal, diferentes operadores precisam alcançar resultados consistentes.
Nesse sentido, sistemas computadorizados podem facilitar a padronização do processo.
5. Sua empresa possui várias lojas?
Por fim, empresas com diversas unidades precisam analisar a forma como os trabalhos chegam até o laboratório.
Se diferentes lojas enviam pedidos para uma central de montagem, recursos de conectividade e identificação podem ganhar prioridade.
Nesse cenário, uma solução como a Takubo Element Neo Connect pode fazer mais sentido.
Vale a pena ter uma facetadora na própria óptica?
Para muitas ópticas, internalizar a montagem pode representar uma mudança significativa na operação.
Primeiramente, a empresa ganha maior controle sobre parte do processo produtivo. Além disso, reduz a dependência logística de terceiros em determinados serviços.
Consequentemente, a óptica pode diminuir prazos de montagem, dependendo da disponibilidade das lentes e da complexidade do trabalho.
Outro benefício está na possibilidade de acompanhar o serviço mais de perto. Assim, a equipe consegue identificar rapidamente eventuais ajustes e controlar melhor o padrão de acabamento.
Por outro lado, a compra precisa acompanhar a demanda real.
Uma óptica que está começando pode encontrar na Started ou na Thea uma estrutura adequada.
Depois, conforme aumenta a necessidade de digitalização, a Orion pode representar o próximo nível.
Já operações que recebem trabalhos mais complexos podem encontrar na Briot Perception 2 recursos importantes para ampliar seus serviços.
Enquanto isso, laboratórios com alto volume e diferentes unidades podem aproveitar especialmente a conectividade da Takubo Element Neo Connect.
Por fim, empresas que procuram uma estrutura avançada, com maior versatilidade de acabamento, podem considerar a Briot Evolution.
Facetadora de lentes: escolha de acordo com a sua operação
Escolher uma facetadora não significa simplesmente procurar o equipamento com mais recursos.
Na verdade, a melhor escolha é aquela que acompanha a realidade da empresa e resolve seus principais gargalos.
Por isso, considere três fatores essenciais:
volume, complexidade e escala.
Quem está começando precisa tornar a montagem viável.
Já quem está crescendo precisa aumentar a produtividade e a padronização.
Por outro lado, quem trabalha em grande escala precisa garantir que produtividade, precisão e organização do fluxo avancem juntas.
Dessa forma, analisar tecnicamente cada equipamento antes da compra ajuda a identificar qual investimento faz mais sentido para o laboratório.
A Martinato oferece facetadoras automáticas e computadorizadas para diferentes níveis de operação, desde ópticas que querem começar a realizar suas próprias montagens até laboratórios com alto volume e trabalhos de maior complexidade.
Quer entender qual facetadora combina melhor com a rotina da sua óptica ou laboratório? Fale com a equipe Martinato e encontre a solução mais adequada para a sua demanda.
Perguntas frequentes sobre facetadoras de lentes
Para que serve uma facetadora de lentes?
A facetadora de lentes corta e realiza o acabamento das bordas das lentes oftálmicas para ajustá-las ao formato da armação.
Além disso, dependendo do equipamento, ela também pode executar polimento, bisel, friso, quebra-canto e furação.
Qual é a diferença entre uma facetadora automática e uma computadorizada?
Uma facetadora de lentes automática executa diferentes etapas do corte e acabamento de forma automatizada, embora o operador ainda participe de algumas partes do processo.
Já a facetadora de lentes computadorizada acrescenta recursos digitais, como traçagem, blocagem, visualização da forma e ajustes programáveis.
Assim, os modelos computadorizados podem aumentar a padronização, principalmente em operações de maior volume ou complexidade.
Qual facetadora é indicada para quem está começando?
Para uma operação que está começando a realizar montagens, a Started AM-233N representa uma alternativa de entrada.
Por outro lado, quem já possui uma demanda maior e busca aumentar a produtividade pode avaliar a Thea AM-295.
Qual facetadora escolher para uma operação em crescimento?
Para empresas que querem avançar para uma montagem computadorizada, a Orion AM-350 oferece recursos como tracer e blocagem digital.
Assim, ela pode representar um passo intermediário entre uma operação automática e sistemas de maior complexidade.
Qual facetadora é indicada para alto volume de produção?
Em operações de alto volume, é importante observar produtividade, integração e organização do fluxo.
Nesse cenário, a Takubo Element Neo Connect AM-100 ganha destaque pela conectividade e pela possibilidade de integrar diferentes pontos da operação.
Qual facetadora escolher para montagens mais complexas?
Para serviços que envolvem furação, ranhuras ou maior diversidade de armações, modelos como a Briot Perception 2 AM-400D e a Briot Evolution AM-400E oferecem recursos avançados.
No entanto, a escolha entre elas deve considerar os tipos de trabalho e o volume realizado pelo laboratório.


