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Cilindro de Jackson para Astigmatismo

By fevereiro 28, 2019 agosto 6th, 2019 No Comments

Cilindro de Jackson, Introdução

O Cilindro de Jackson, conhecido também como “cilindro cruzado”, teve seu conceito proposto por Stokes em 1849, mas sua técnica foi desenvolvida e apresentada em 1887 pelo Dr. Edward Jackson. Ele é um teste subjetivo para determinar o eixo e o valor do astigmatismo mediante uma lente de cilindros cruzados. Ele é usado durante os exames de refração, para rapidamente sabermos se o valor cilíndrico e o eixo, já estão corretamente determinados.
A esfera no cilindro cruzado é duplicada e de poder oposto ao do cilindro. Os usos mais comuns do dia a dia são os seguintes:
-025 cil.+0,50, que também poderá ser  lida como esf. +0,25 cil. -0,50.

Como o equivalente esférico do cilindro é zero, o posicionamento na frente do paciente não altera a posição do cone Sturm, mas pode reduzir ou aumentar o erro astigmático.

Corrigindo o eixo astigmático

Começamos o exame padrão da acuidade visual colocando o paciente em frente a tabela de Acuidade Visual.

Colocamos a esfera e o cilindro conforme determinado ateriormente nos teste de acuidade. Nós temos o paciente olhando para a menor linha que ele pode ver razoavelmente confortavelmente. O examinador segura o instrumento, com sua alça sendo a projeção do eixo astigmático. Desta forma, há uma correção positiva e negativa em igual distância.

Girando o cilindro, alteramos o ângulo do astigmatismo. Isso pode ajudar o paciente a nos levar à posição em que ele vê uma imagem mais clara. Quando ele faz, giramos o cilindro em direção ao respectivo ângulo. Se o paciente usa um cilindro positivo, giramos o eixo 5 graus em direção a ele e o oposto se o paciente usar um negativo em vez disso. Repetimos o processo até que o paciente não indique qualquer diferença em sua visão. Este é o eixo correto.

Corrigindo o poder do astigmatismo

Com o eixo no lugar, podemos ajustar com precisão a potência do cilindro. Fazemos isso girando o eixo do cilindro paralelamente ao dos óculos de teste. Repetindo o processo anterior, podemos aumentar ou diminuir a lente astigmática em saltos iguais à potência do cilindro. Quando o paciente não percebe nenhuma diferença, a lente do teste está correta.

Se a diferença do astigmatismo encontrado pelo método do cilindro cruzado for maior que 1.0D, precisamos subtrair numericamente da metade da esfera da alteração encontrada, a fim de manter o equivalente esférico inalterado.

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